28 de novembro de 2013

AÇÃO E REAÇÃO

Aproxima-se o momento da reunião e você está extremamente nervoso com um colega, pois entende que ele fez algo que “o prejudicou” no trabalho e agora é o momento para dar o troco.

Logo que soube que a ação do colega lhe trouxe algum prejuízo, você vem fazendo planos para descontar toda sua raiva. Por semanas planejou minuciosamente como se comportaria nessa reunião e qual seria o momento para o tão esperado troco, em seu olhar está explícito toda sua raiva.

Seu semblante está fechado, não permitindo nenhum gesto de descontração.

Logo no início você já faz o primeiro questionamento direcionado ao colega, sentindo prazer e alívio ao mesmo tempo. Pronto, você começou a dar o troco e a reunião começa tensa.

Posso afirmar algo sobre reuniões: Este não é o momento para brigas ou discussões.

Algumas coisas que as pessoas precisam saber ou se lembrar, é que todos percebem e sentem-se incomodados quando em uma reunião ocorre esse tipo de problema. Não é nenhuma novidade que nas relações profissionais existem os conflitos, e aposto que enquanto houver tais relações, lá estarão eles.

A forma com que você vai de encontro ao próximo e se dirige a ele em termos de comportamento, vai dizer exatamente como você será tratado e como será a recíproca.

Em momento algum o pessoal pode sobressair ao profissional, mesmo que haja divergências. Por isso, para que uma reunião tenha êxito deve ter foco nas soluções e resultados.

Gosto sempre de lembrar três regras básicas sobre comportamentos em reuniões:

1 - Agressão gera agressão. Ninguém suporte alguém falando alto, fazendo críticas e agredindo verbalmente as pessoas.

2 - Medo gera insegurança. O medo expressado através da fisionomia gera dúvidas às outras pessoas, pois fica sempre a pergunta: Será que ele dará conta do recado?

3 - Tranquilidade gera tranquilidade: Traz confiança quando os assuntos são tratados com tranquilidade, com calma e paciência.

Não vai acreditando que agredindo uma pessoa ela lhe devolva sorrisos e abraços.

Logo, a máxima de que cada ação gera uma reação é a mais pura realidade, e quando me refiro a relacionamento interpessoal e profissional os conflitos podem aparecer a qualquer momento. E é também neste momento que as empresas avaliam as qualidades dos seus funcionários, ou seja, se de fato ele corresponde as expectativas.

Já que cada ação gera uma reação, ter boas ações e que favoreçam os interesses das organizações é uma boa pedida.


E tem mais, nunca se esqueça, seu corpo fala. Sua fisionomia está falando dos seus sentimentos.

Quer saber mais sobre isso, faça uma boa leitura do livro - O Corpo Fala - Pierre Weil, Roland Tompakow 



Forte abraço.

29 de outubro de 2013

A EMPRESA EXIGE MUITO DE VOCÊ?

As exigências do mercado de trabalho são a cada dia maiores no que tange a resultados. A busca por melhores resultados é o focos das organizações e o lucro está totalmente ligado a este processo. Dá para arriscar e dizer que bons resultados sempre foram e serão os objetivos das organizações.


A participação dos funcionários neste processo é indispensável, porem quase sempre oculta.

As exigências do mercado refletem no dia a dia dos funcionários, pois sem eles as empresas não conseguiriam tais resultados, por mais sofisticadas que sejam as operações e equipamentos, sempre terá a participação de alguém, de uma pessoa.

Ao pensar em produção, em máquinas, em bons resultados, em recordes, acabam se esquecendo de que por traz de tudo isso está nada mais nada menos do que o ser humano. Muito simples não é?

Quando me refiro a participação oculta dos funcionários no processo de busca por melhores resultados, muitos se esquecem de pelo menos agradecer, ou reconhecer este fator. Uma coisa é você fazer trabalho para o qual foi contratado, pois faz parte das obrigações diárias, é e por isso que há a relação trabalho X recompensa e outra coisa é você se esforçar e fazer algo a mais.

O fazer algo a mais na maioria das vezes é um dos pontos que contribui para que os resultados melhorem e uma empresa se destaque frente seus concorrentes mesmo que corresponda a apenas 1% da produção. Pense então nesse percentual somado a uma equipe, a duas, a três a toda empresa. Quanto será que esse percentual representaria no caixa da empresa?

Mas algo que precisa ser trabalhado com mais ênfase e poucas empresas praticam, é o fato de permitir que a criatividade dos funcionários seja útil. As pessoas de uma maneira em geral são muito criativas, tem ideias maravilhosas, mas infelizmente pouco aproveitadas. O potencial dos funcionários não é aproveitado e a culpa na grande maioria das vezes é da própria empresa.

Se buscarmos por histórias em que a contribuição do funcionário trouxe benefícios para a empresa, certamente vamos encontrar muitas. Minha dúvida é, como será que foi o agradecimento? Aliás, será que houve algum tipo de agradecimento por uma boa ideia apresentada? Se a ideia produziu melhorias, onde parou esse assunto?

É por aí que segue meu raciocínio. Tanta criatividade a disposição, e tão pouca atenção no reconhecimento. A criatividade é da natureza humana, mas se não for usada e/ou estimulada, enferruja e desestimula qualquer funcionário.

Muitos se queixam dos seus funcionários e subordinados porque eles não saem da mesmice, não são criativos etc, porem estes mesmos que exigem não contribuem em nada para que eles possam simplesmente ajuda-los com uma simples ideia.

Essa busca por funcionários criativos deveria estar vinculada a uma política da empresa com a finalidade de encontra-los, descobrir onde estão as pessoas mais criativas dentro da empresa.

Se você deseja ter em sua equipe bons funcionários, dê oportunidades a eles. Permita que eles cresçam como profissionais e como pessoa. Se faltar capacitação, permita que eles tenham uma oportunidade para aprender, e que possam ajudar a você e a empresa de alguma forma.

Forte abraço.




5 de outubro de 2013

TER REFERÊNCIA NO TRABALHO

A relação entre funcionário e empresa é muito interessante. Muitas pessoas passam a vida toda numa mesma empresa e nem se dão conta disso. Dedicam décadas a um mesmo trabalho, a uma mesma empresa, a um mesmo ambiente de trabalho, e muitas vezes a uma mesma equipe.

Há muitos relatos interessantes de funcionários que amam a empresa onde trabalham, como se não existisse outra. São inteiramente gratos por poderem trabalhar naquela empresa, como se fosse um favor prestado em mantê-lo no quadro.

Outros iniciam na empresa e com o passar dos anos o filho também é contratado pela mesma empresa, depois a esposa ou um irmão. Numa empresa com conceito de empresa familiar este tipo de situação e bem comum.

Pensando nos dias atuais, esta característica está mais presente nos chamados baby boomers, reduzindo um pouco ao chegar na geração X e menos ainda na geração Y. Os baby boomers são de uma época onde o compromisso era honrado através de um “fio de bigode”. Valia mais a palavra do que um pedaço de papel com uma assinatura. Há quem sinta muita saudade deste tempo.

As gerações X e Y, subsequentes aos baby boomers possuem características diferentes. Não há que se falar em certo ou errado, pois são características individuais e cada geração representa uma fatia de contribuição para a história do mundo do trabalho. É indiscutível que cada época tem suas representações correspondentes a cada geração e todas são importantes.

Para entender melhor sobre tais características, será necessário um estudo mais aprofundado relacionado às três gerações, e que não é o foco deste artigo.

Pensando ainda na relação entre funcionário e empresa, algo mais profundo acontece e que foge às observações dos mais detalhistas.

Perceba que este envolvimento cria uma identidade muitas vezes imperceptível, mas as pessoas passam a ser chamadas por uma relação existente com a empresa onde trabalham.

Em algum momento esta identidade é criada pelo próprio funcionário. Por exemplo, um funcionário liga para alguém e se identifica como “fulano da empresa tal”. Neste momento está sendo criada sua identidade sem que ao menos, conscientemente desejasse ou percebesse, por outro lado, esse ser humano possui nome e sobrenome, ou segundo nome.

Esta identidade passa a dar referência à pessoa, permitindo uma conexão direta com a empresa onde ele trabalha, ou já trabalhou.

Num sentido figurado, seu sobrenome ou segundo nome passa a ser o nome da empresa. Para alguns, é motivo de orgulho, para outros, nem tanto. 

Considerando que a saúde mental do trabalhador merece cuidados e respeito, a relação entre patrão e empregado nem sempre á saudável. A relação prazer e sofrimento no trabalho deve ser discutida sempre, pois sem sombra de dúvidas sentir prazer no trabalho é saudável.


Grande abraço, e bom trabalho.

17 de setembro de 2013

O INDIVIDUALISMO NO TRABALHO

As experiências acumuladas ao longo de uma carreira é algo fantástico. Permite que você navegue por distâncias bem maiores e complexas ao pensar no aprendizado e até mesmo podendo comparar sua bagagem com alguém com quem esteja conversando.

Pensar nesta situação me remete a uma leitura que fiz recentemente onde o texto se resumia no individualismo das pessoas no ambiente de trabalho.

Não entendo o individualismo com algo tão ruim, mas merece muita atenção em determinados momentos.

Lembrei-me de um trabalho que estávamos desenvolvendo em uma das empresas por onde passei e uma frase dita por um grande amigo me marcou profundamente na ocasião.

Foi necessário que envolvêssemos as equipes para a conclusão de um grande projeto, e no calor do momento ele simplesmente disse a seguinte frase: “aqui as pessoas não falam muito em equipe, aqui elas praticam a euquipe”, e essa palavra não saiu do meu pensamento.

Claro que esta palavra (euquipe) não existe em nenhum dicionário, mas não é necessário muito esforço para entender sua mensagem.

O que ele estava querendo dizer era que as pessoas só estavam pensando em si mesmas, e não estavam participando como equipe, e naquele momento em particular estava em evidência o individualismo. Somente o individualismo não basta, pois trabalho em equipe se constrói como o esforço e doação individual de cada um dos membros da equipe para a equipe.

Talvez o segredo esteja em saber quando será necessário doar o individualismo em prol a equipe, ou ao próximo.

Uma das revistas mais importantes de RH trouxe recentemente uma matéria em que o famoso filósofo australiano Roman Krznaric aponta a importância do “nós”, e apenas em uma frase expressou muito bem a ideia deste artigo, ou seja: “Precisamos de mais nós na nossa rotina profissional”.

As pessoas precisam saber quando deixar a euquipe de lado e doar seus esforços em prol a comunidade, à equipe, ao próximo. O que seria das manifestações que ocorreram recentemente no Brasil se não fosse o pensamento coletivo? Ou será que cada manifestante estava pensando em sim mesmo naquele momento?

É muito bonito quando ouvimos um funcionário dizendo, nós faremos, nós assumiremos, vamos cumprir os prazos. Ele está certamente contando com a participação de todos os membros da equipe e que não depende somente dele.

E não é nenhuma novidade quando uma equipe atinge seus objetivos, cumpri metas, bate recordes. Muito provavelmente uma pessoal sozinha não conseguiria tal façanha.

Será que o jogador Neymar mesmo com seu forte individualismo conseguiria jogar bem sem sua equipe?

Sem mais delongas, espero que este artigo possa ser um marco para a prática do “nós” em sua vida profissional, e quem sabe até mesmo na vida pessoal.

Forte abraço.

20 de agosto de 2013

EMPRESA RUIM OU FUNCIONÁRIO RUIM?

Não dá para pensar em empresa ruim, sem pensar na participação ativa dos funcionários neste tema.

Esse é o tipo de situação que sempre vamos nos deparar, ou seja, o funcionário falando mal de uma determinada empresa. Por outro lado, não vamos deixar de ouvir também que a empresa A ou B é horrível para se trabalhar. Esta relação passa a ser então muito relativa, de modo que para uma pessoa a empresa é boa, e para outra não.

Esta relação está intimamente ligada ao que o RH pode fazer de melhor, que é recrutar, selecionar e contratar.

O mercado de trabalho está passando por um momento mais delicado ainda, pois se estava sendo difícil fazer boas contratações, ultimamente tem sido ainda mais difícil. Tenho ouvido de alguns recrutadores que os jovens não estão muito interessados nas vagas de empregos oferecidas, fato que alimenta a dificuldade de contratar.

Por falar em dificuldade de contratação, muitos países passam pela mesma situação. Segundo um artigo publicado recentemente em uma conceituada revista, o Brasil está na 7ª posição entre os países com maior dificuldade de contratação.

As dificuldades vão desde o trabalho temporário e jornadas flexíveis até a contratação de estrangeiros para suprimento de vagas. Somado a isso, o possível desinteresse nas vagas oferecidas, a falta de qualificação, a escassez de mão de obra etc.

São vários os fatores que levam às críticas, tanto envolvendo os funcionários como às empresas. Estes fatores são parte da lista de dificuldades nesta relação.

Na tentativa de encontrar soluções para esta problemática, os baby boomers estão sendo trazidos de volta. Eles estão sendo lembrados num momento em que se pode afirmar que estamos vivendo uma crise de mão de obra. Faço aqui um parêntese, pois uma equipe heterogênea poderá ser tão produtiva como qualquer outra.

Aliás, se há desentendimentos entre uma equipe formada por jovens, certamente haverá problemas em uma equipe onde os baby boomers se infiltraram.

É indiscutível a bagagem dos baby boomers, e esse resgate aquece uma pequena disputa por vagas além de levar experiência entre a equipes.

E se existem as críticas, juntando os baby boormers e a geração Y talvez a experiência possa ser o balde de água fria nos “reclamões” de plantão, e essa problemática poderá tomar o caminho da extinção.

Enfim, reclamar sempre traz consequências e prejuízos na maioria das vezes. Desta forma, o funcionário precisa pensar antes de reclamar, pois o problema pode ser com ele. As empresas precisam identificar o porque de tantas reclamações, pois alguma coisa  pode não estar agradando.
Neste caso vale a pena analisar as políticas da empresa e como está a comunicação, lembrando que esta é a grande doença de muitas empresas.

Sejam da geração Y, sejam os baby boomers, empresa ruim, ou funcionários ruins, pode ser uma questão de ponto de vista.


Forte abraço.

29 de julho de 2013

ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO

A busca pelo aproveitamento do tempo está a cada dia mais acentuada e quanto mais aproveitar o tempo, melhor. Isso é o que se houve, afinal, funcionário parado é prejuízo.

Sou cauteloso em pensar que esse seja a nova máxima da gestão de pessoas e de negócios.

Sempre ouço uma frase bem interessante que diz: “Quem faz muita coisa acaba não fazendo nada”.

É interessante pensar nesta frase, pois as pessoas estão cada vez mais com suas agendas repletas de afazes e compromissos dentro do seu trabalho. Não bastasse isso, as exigências só aumentam.

Não há dúvidas de que sempre é possível fazer alguns ajustes e inserir uma nova atribuição ou atividade naquelas já predeterminadas, mesmo que seja temporária ou eventual, mas tudo tem limites.

O “chefe” ao ver um de seus funcionários parados, respirando um pouco, tomando um fôlego logo começa a imaginar que aquele funcionário precisa de mais alguma tarefa, e esse ciclo não tem fim. Aliás, tem fim a partir do momento em que o funcionário começa a perceber que não consegue mais dar conta de suas atribuições. Acaba até mesmo tendo a falsa ilusão de que quando era mais jovem tinha mais habilidade, conseguia fazer mais rápido e assim por diante.

Esse tipo de situação permite que o leque de resultados seja bem amplo, indo de um simples surto até uma depressão, por exemplo.

O que as empresas precisam saber é que se aproveitassem melhor o tempo de seus funcionários poderiam conseguir resultados impressionantes. A frase que citei acima “Quem faz muita coisa acaba não fazendo nada”, é exatamente isso, não conseguem concluir nenhuma coisa, nem outra.

Quando digo que deveriam aproveitar melhor o tempo dos seus funcionários, é simplesmente permitir que façam as atividades para as quais foram contratados. Parece simples não é?

Posso afirmar que é simples, mas para os “chefes” de plantão o que importa mesmo é ver o funcionário mergulhado em papéis e preocupações, desta forma poderá pensar que de fato seus funcionários estão trabalhando.

Claro que existem aqueles que pagam para não trabalhar, mas tudo bem, e é por isso que são liderados, e esse tipo de “deficiência” para o trabalho mais cedo ou mais tarde será identificada pelo seu líder ou encarregado. Para cada um desses que não gostam muito de trabalho, outros dois se sobrecarregam para suprir a demanda de trabalho.

Enfim, vale o esforço para saber onde é possível melhorar quando o fator tempo determina o lucro. Funcionários motivados podem trazer lucro para a empresa; Funcionários satisfeitos com seu trabalho também conseguem bons resultados; Funcionários respeitados e valorizados também são produtivos.

E por falar em tempo, já passou da hora de cuidar melhor dos funcionários.


Forte abraço.

19 de junho de 2013

QUAL O SEU QUADRADO?

Duas situações interessantes para serem analisadas: a primeira é sobre o gerente que alcançou essa posição construindo uma carreira a partir de uma atividade de operação chegando a este cargo, por exemplo. A segunda, após a formação e especialização a empresa resolveu apostar na capacidade do funcionário, promovendo-o a gerente da empresa.

Imagine que na empresa existem reclamações sobre baixo salário pago aos funcionários, e que ambos têm a missão de resolver este problema. É sabido por todos que as empresas buscam insistentemente por lucro e redução de custos, sejam eles quais forem. Esta relação é bem interessante por sinal.

Aumento de salário para uma empresa que busca a redução de custos é algo a se discutir e muito. Acredito que qualquer pessoa na posição de decisão ficaria apreensiva com uma situação como essa.

Na busca de soluções o primeiro utilizou todo seu conhecimento acumulado na carreira e resolveu dialogar com alguns trabalhadores antes mesmo da tomada de qualquer decisão. Com isso conseguiu coletar algumas informações básicas importantes e se nortear. Conhecedor do processo, do trabalho árduo e de que através dos resultados as equipes faziam jus a um determinado aumento, seguiu em frente.

Sua interpretação se deu através de dados importantes, do seu conhecimento e dos resultados apresentados pelas equipes. Junto a alta direção e após algumas reuniões foi possível discutir a respeito e conceder algum aumento.
O segundo, não conhecendo o processo em sua totalidade, principalmente das peculiaridades, resolveu esperar um pouco mais para tomar alguma decisão.

Na primeira oportunidade apresentou as reivindicações à alta direção não conseguindo uma resposta imediata. O tempo foi passando e os trabalhadores resolveram mais uma vez levar o pedido a sua gerência.

Por um lado, essa demora estava sendo interessante, pois estavam retardando o aumento que resultaria em alguns probleminhas no caixa da empresa.

Mais alguns dias se passaram e algumas equipes resolveram fazer uma pequena paralisação, pois estavam insatisfeitos com a situação. Essa paralisação gerou prejuízo, e para reverter o problema a solução foi conceder o aumento.

Além do prejuízo, concederam o aumento que não estava previsto e também não foi possível negociar a contento da empresa.

Em resumo, dizem que quando se promove um funcionário, por exemplo, promoveu a coordenador e perdeu um ótimo operador, esse desfalque é impactante, pois a reposição com qualidade pode demorar muito tempo.

Por outro lado, a experiência acumulada poderá ser sempre o grande diferencial na tomada de decisões importantes de uma empresa. Em momento algum podemos afirmar que a falta de experiência será um problema, não é isso.

Muitas empresas apostam apenas da formação, e se esquecem de que dados empíricos são necessários. Em sala de aula e até mesmo em palestras, muitas pessoas já me ouviram dizer que teoria e prática estão muito distantes.
Na teoria as soluções são apresentadas em fração de segundos, porém na prática pode levar dias, meses e até anos para que a solução apresentada dê frutos.

A mensagem deste artigo é sobre a escolha certa, que está se tornando mais difícil da cada dia. Algumas vezes o processo seletivo apontará para o candidato mais teórico, mas a necessidade é daquele com maior prática, e vice versa.

Por isso que ouvimos sempre aquela máxima: cada um no seu lugar. O desafio é apenas encontrar e o ideal seria teoria e prática num mesmo lugar, ou num mesmo profissional.

Forte abraço.