21 de maio de 2013

QUAL SERÁ A VERDADEIRA HISTÓRIA DA MAÇÃ PODRE?


A maçã podre dentro da caixa acaba estragando as outras, é isso que se diz por aí. Muitas pessoas usam essa frase nas mais diversas situações do cotidiano, a maioria das vezes referindo-se a uma pessoa, quer no ambiente de trabalho ou não.

Pois então, qual será a verdadeira história da maçã podre?
Tenho recebido casos interessantes de colegas, e entendo como uma boa oportunidade para explorar o tema e compartilhar com o leitor. Através de outro olhar, acrescento informações para que possam agregar conhecimento e serem utilizadas no ambiente corporativo.

Resumidamente, o caso vem de uma metalúrgica, e nesta empresa existe uma estrutura de RH completa. Também existe o processo de recrutamento e seleção em pleno funcionamento, e aí começa o problema.

As equipes são comprometidas com o trabalho e produzem com qualidade. Para suprir uma demanda de mão de obra que surgiu recentemente, foi aberto um processo seletivo onde não foi possível o recrutamento interno. Alguns candidatos participaram deste processo que se resolveu através de dois finalistas.

Neste processo identificaram um candidato como sendo muito dinâmico e comunicativo, e nas dinâmicas de grupo ele acabou se destacando entre os demais. No final de todo o processo, de fato o que se destacou acabou sendo o escolhido.

A dinâmica da empresa, sua cultura e seus valores bem como o clima organizacional, indicam de certa forma que tipo de pessoa deve reforçar a equipe. Entendo que do ponto de vista do leitor de uma maneira em geral, esse tipo de avaliação é complexa, por isso os profissionais de RH.

Deve ficar claro que no processo de seleção existem profissionais competentes para que o processo seja concluído, atendendo a necessidade da empresa e acertando na escolha. Para a escolha propriamente dita, chega-se a um consenso.

Em poucos dias o candidato iniciou suas atividades atendendo as expectativas, e foi de encontro com as observações feitas pela equipe que acompanhou todo processo de recrutamento. A empresa mantinha um ritmo de trabalho cadenciado, e que foi se ajustando ao longo do tempo chegando ao padrão desejado.

Com e chegada do novo funcionário em poucas semanas sua equipe passou a se destacar perante as demais, fato que causou espanto, pois havia um ritmo habitual de trabalho entre as equipes. O tempo foi passando e a equipe se mantinha em destaque, porém, aqui está o ponto de atenção. Foi criado um espírito de competição dentro da equipe que aumentou significativamente a velocidade da produção.

Este espírito de competição é muito bem vindo quando bem administrado e compartilhado com as equipes, neste caso, gerou uma competição desnecessária de forma que a equipe toda se afastou das demais.

Um clima de desconfianças se estabeleceu, pois não entendiam o motivo de tal competição. Este caso foi analisado cuidadosamente por algum tempo e a conclusão foi que o candidato identificado com dinâmico e comunicativo teve participação ativa na criação do problema.
Este caso demonstra que a influência negativa de uma pessoa junto a uma equipe traz consequências desagradáveis. Popularmente caracteriza-se esta situação como a maçã podre que estragou a caixa toda.

É necessário sensibilidade para entender as particularidades de uma empresa. Os funcionários quando são experientes e conscientes de suas responsabilidades criam seu próprio ritmo de trabalho, estabelece-se harmonia entre as equipes e a produção é mera consequência. 


Forte abraço.


24 de abril de 2013

ESPERAR O QUE?



O que a empresa espera de você? Você já se perguntou? O que as empresas esperam dos candidatos? O que os candidatos esperam da empresa?

Aparentemente são perguntas simples, porém de difícil resposta. Difícil porque muitas empresas não sabem o que esperar dos seus funcionários. A resposta mais óbvia é que eles produzam, mas isso qualquer pessoa que trabalha ou busca um trabalho já sabe.

Na entrevista com os candidatos essa pergunta está presente na maioria das vezes,  normalmente se atrapalham nas respostas, pois o que esperar da empresa? O que os candidatos sabem sobre a empresa a ponto de imaginar o que ela espera?

Imagine que a partir deste momento você passou a ser dono de um negócio, e que necessariamente tem funcionários trabalhando para você. O que você espera deles?

Muito provavelmente você já pensou na produção, pois você não poderá ficar sem ela. O que mais? Funcionários comprometidos com o negócio como se fosse deles? Esforçados, determinados, pontuais, obedientes, disciplinados?

Encontraremos muitas palavras para expressar tudo o que se deseja de um funcionário, engraçado é que a grande maioria das vezes eles desconhecem esses “desejos” das empresas.

Vamos inverter essa situação, agora você está iniciando em um novo emprego. Qual sua expectativa em relação a empresa? Que ela seja boa? Que ela pague seu salário em dia? Veja como é difícil estabelecer este “encontro de necessidades”.

No momento da contratação está se estabelecendo uma relação que poderá durar anos, ou apenas dias. As reclamações de ambos os lados referindo-se a outra parte é até normal, justamente pelo motivo da relação iniciar errada. Questionamentos como: não ter informado que “seria desta forma”; “não fui contratado para isso”; “esse funcionário não está comprometido com nada”, se houve a todo o momento.
Lembrando que a primeira impressão é muito marcante para os dois lados, desta forma o processo seletivo precisa necessariamente ser reestruturado de modo a esclarecer as dúvidas.

Se eu contrato um pedreiro, é óbvio que preciso deixar muito bem claro a ele o que desejo em relação ao seu serviço. Quero limpeza, qualidade, entrega no prazo, que evite desperdícios etc.

O que ouço com muita frequência e particularmente me preocupa, é a cada dia está mais difícil encontrar candidatos que se enquadrem no perfil das empresas. Quando falta qualificação, o comportamento é bem avaliado. Quando o comportamento não foi bem avaliado, sobra experiência, e assim sucessivamente. É como aquela velha estória: quanto tem laranja não tem balde, quando tem balde não tem laranja e quando tem ambos, não tem ninguém para carregar.

Será que o processo de contratação por indicação está ganhando forças? Adeus recrutamento por competência? Adeus processo de recrutamento e seleção?

Forte abraço.

26 de março de 2013

FUNCIONÁRIO PROBLEMA


Eles estão por todos os lados, e muitas empresas estão cheias desse tipo de profissional, ou melhor, desse tipo de pessoa.

Se não bastassem os problemas básicos criados por eles, acabam ainda contagiando negativamente as demais pessoas que o cerca. Suas características estão muito peculiares, aparentes e marcantes, até demais.

Muitos profissionais de RH se deparam com esse problema e na maioria das vezes não encontra solução, pois acabam esbarrando em vários obstáculos, inclusive na própria política de RH da empresa e que foi criada pelo próprio RH.
Não há previsão de dias melhores, pois o mercado está com muita oferta de emprego, e por outro lado os recursos disponíveis já não permitem o mesmo tipo de seleção que ocorria no passado.

E por falar nisso, como está difícil fazer um bom processo seletivo.

É incrível como esse tipo de pessoa consegue fazer tremer a estrutura de qualquer equipe. Na realidade a denominação de “funcionário problema” nasceu naturalmente conforme o problema foi evoluindo.

Qualquer pessoa que tenha funcionários sob sua responsabilidade ao se referir a esta pessoa certamente começará dizendo que tem um funcionário que está dando problema, daí a denominação que também se transformou em um rótulo.

Algumas empresas até tentam resgatar o profissionalismo dessa pessoa através de um trabalho comportamental, em outros casos a demissão será inevitável.
Cada empresa saberá o momento da tomada de decisão, seja ela através da recuperação ou da demissão, porém manter esse pessoal no quadro e junto aos demais poderá trazer prejuízos para a equipe.

Sempre insisto em envolver as equipes em meus textos, pois uma boa equipe ou mesmo uma equipe motivada faz uma tremenda diferença em qualquer situação.

Um bom exemplo é o funcionário pica pau, que tem ao longo de sua carreira muita determinação e usa suas habilidades com muita inteligência, já o funcionário problema nem pensa em tirar proveito de suas habilidades, pelo contrário, suas habilidades não aparecem. Veja: http://muchiotti.blogspot.com.br/search?q=pica+pau

Bons exemplos são necessários em qualquer local, não necessariamente nas organizações. Os bons exemplos acabam ficando desmotivados, e perdem seu brilho diante de funcionários problemas.

Sanear esses funcionários é uma batalha que está começando e talvez somente através de uma boa educação corporativa, e isso inclui boas políticas, é que as empresas voltarão a fazer boas contratações.

Grande abraço.

2 de março de 2013

NOVOS DESAFIOS



A vida é feita de desafios. Isso é o que muitos falam, mas na realidade a vida é feita de um conjunto muito mais amplo do que simplesmente desafios.

Um simples contratempo com o patrão logo o funcionário diz que está na hora de buscar por novos desafios.

Recentemente um colega disse-me que estava indo em busca de novos desafios. Fiquei olhando como quem não estava entendendo muito bem do que se tratava, e logo percebi que ele acabara de se desligar da empresa onde trabalhou por alguns anos.

Entendi a mensagem e imediatamente fiz um apanhado na memória, e fiquei impressionado com que frequência essa expressão é usada. Neste caso especificamente existem dois lados, o da empresa e o do funcionário.

Engraçado, pois quando a empresa demite um funcionário, se fizer parte de sua política informar aos demais da saída de um funcionário, ela diz que o funcionário fulano de tal encerrou seu ciclo de trabalho na empresa e foi buscar novos desafios. Na realidade deveria dizer que a empresa deu uma forcinha para que ele pudesse buscar por novos desafios.

Se for possível ter acesso a um breve histórico dos últimos acontecimentos, poderemos encontrar uma relação muito desgastada entre o funcionário e empresa, fato que nem sempre está claro, e desta forma, numa maneira sutil após a demissão, diz simplesmente que saiu em busca de novos desafios para sua carreira.

Sair em busca, ou buscar novos desafios dá a entender que o funcionário desejou a saída, que encontrou algo melhor etc. Por traz disso está muitas vezes o lado negro da empresa.

É possível entender perfeitamente que nenhuma empresa e obrigada a manter seus funcionários no quadro, e que se necessário por um motivo ou outro, ela vai demiti-lo mesmo.

Se você perguntar a esse funcionário, ou ex-funcionário se ele se importa que seu nome seja divulgado, ele até poderá dizer que não. Pense você que estaria se expondo a questionamentos que naquele momento é motivo de sofrimento.

Podemos entender muito bem que poderia sem dúvida nenhuma por vontade própria sair da empresa, mas as coisas não são bem assim.

Se a relação está desgastada, ambos deveriam ser francos na relação. Não estou tentando apontar certos ou errados, mas simplesmente polemizar algumas práticas que para o RH pode ser algo normal, mas ele se esquece de ver o outro lado.

Um desligamento ou demissão, como queira, sempre vai causar algum tipo de sofrimento, pois o sentimento de perda é muito forte. Lembre-se, pessoa física sofre, pessoa jurídica não.

Forte abraço.

12 de janeiro de 2013

TECNOLOGIAS X CONSEQUÊNCIAS

Vivemos um momento onde a tecnologia está quase 100% presente em nossas vidas. Aliás, a cada dia que passa menor é o tempo para o surgimento, para a criação, e o lançamento de um produto. Graças a toda essa tecnologia muitas vidas são salvas com maior rapidez, por exemplo. 

Mais cedo é possível diagnosticar uma doença e ainda, mais cedo também é possível curá-la.

Indiscutivelmente vivemos um momento único, e quem viver verá muitas outras maravilhas tecnológicas.

Algumas coisas acontecem e/ou são criadas simplesmente por um erro ou até mesmo por um projeto audacioso que desafia a lei da física e tudo o que estiver pela frente, como os experimentos em que mãos e braços já podem ser controlados apenas pela força do pensamento.

No passado ouvíamos dizer que “a força do pensamento remove montanhas”, assim como a fé. Alias, usar o pensamento para movimentar uma prótese não tem a ver com acreditar que isso é possível? Seria então a mesma fé?

Infelizmente não é possível usar toda essa tecnologia somente em favor do bem. Não é nada agradável pontuar o quanto ela tem causado sofrimento às pessoas.

É um sonho imaginar que somente coisas boas serão proporcionadas através de tanta tecnologia. É ao mesmo tempo engraçada a forma com que o ser humano aplica seus conhecimentos e faz uso de tais tecnologias.

O celular, por exemplo. Uma descoberta fantástica foi poder se comunicar sem fio estando nos mais difíceis locais, e por um aparelho tão pequeno. Isso é maravilhoso, e nem imagino onde isso vai parar. Com esse mesmo aparelhinho o ser humano é capaz de destruir sua vida, de sua família, e se não bastasse, a vida de estranhos, simplesmente pelo uso de uma das maravilhosas tecnologias.

Veja outra situação. Você certamente tem muitas reclamações a fazer das nossas estradas e rodovias. São péssimas não são? Pois então, se são ruins e não faltam motivos para reclamações, temos o limite máximo de velocidade em 120km/h na melhor das condições, certo? 

São estradas e rodovias com muitos buracos, com sinalização deficiente, longos trechos sem acostamento e tudo mais.

Levando em consideração todos os fatores negativos de nossas estradas e rodovias, a 120km/h em muitos casos seria muito perigoso trafegar nesta velocidade.

Este é um bom momento para ridicularizar, por exemplo, a tecnologia empregada nos veículos produzidos e comercializados no Brasil. Não há explicação para o uso de motores tão potentes que atingem velocidades mortais, se não há por onde trafegar com segurança. Como também não há explicação para projetos onde o veículo atinge mais de 200km/h  sendo que  em nenhuma de nossas rodovias é permitido por lei trafegar a esta velocidade. O anúncio diz que o veículo faz de 0 a 100km/h em 5 segundos. Para que?

É hilário ver que todos (mídia, governo, ONGs  etc), se surpreendem ao ver um veículo em alta velocidade tirar a vida de milhares de pessoas todos os dias no Brasil. Fazem questão de noticiar.

Em função de tanta tecnologia, o quanto se lucra? Ninguém consegue enxergar o óbvio.
Embora exista uma grande diferença entre enxergar e querer enxergar, o dinheiro fala mais alto, até mesmo em relação a uma vida que foi tirada.

Será que existe algo a fazer? Em breve teremos um transito espacial, onde carros compartilharão espaço com aeronaves. Imagine você, que se em terra firme o ser humano não é capaz de ao menos ligar a seta do veículo indicando sua intenção de virar a direita ou a esquerda.

Mais uma vez, forte abraço a você.

26 de outubro de 2012

O QUE DIZEM AS COMPARAÇÕES


No mundo corporativo existem muitas palavras que causam estranheza para muita gente. É como se de repente alguém olhasse para você e dissesse que seu gap precisa ser melhorado, ou que você precisa do apoio de um coach, ou ainda, que você não está fazendo sinergia com sua equipe.

Nossa! O que será tudo isso?

Não se assuste, pois no âmbito da área de gestão de pessoas essas palavras são muito empregadas, e a maioria em língua estrangeira.

As metáforas estão presentes também neste processo ou neste segmento, assim denominado por mim. As pessoas são comparadas a vassouras novas, passam a ser chamadas de CEO, e assim por diante. Muito tem a ver com adaptações dos termos estrangeiros para nossa realidade.

Da mesma forma quando você ouvir sobre uma comparação entre o funcionário termômetro e o termostato, também não se assuste. Um famoso palestrante, por exemplo, usa os animais cachorro e gato para falar da motivação do ser humano. É mais ou menos isso que quero dizer com a comparação entre o funcionário termômetro e o termostato.

Pensando na personalidade das pessoas, seus comportamentos e atitudes, sem dúvida é possível fazer várias comparações. Não há maldade no uso destes termos, pois didaticamente o uso e as comparações permitem demonstrar de maneira mais clara todo emaranhado de adjetivos.

Os termos termômetro e termostato são usados no sentido de ação. Através do primeiro você consegue identificar um problema já existente, ou seja, já se manifestou e/ou está se manifestando. Através do termostato, é possível saber quando o problema vai ocorrer, pois ele avisa antes da ocorrência.

Em nossos treinamentos e palestras, ao questionar o público em qual deles eles se enquadram, a ideia é fazê-los entender a importância em ter comprometimento com suas próprias responsabilidades.

Se pensarmos na segurança do trabalho, onde a prevenção é a chave para se evitar acidentes, o funcionário termostato está em evidência, pois este consegue identificar o problema antes mesmo de sua ocorrência.

O mesmo exemplo vale para outras situações onde é necessário identificar algo que poderá dar errado, e se isso acontecer poderá gerar uma série de problemas, dentre eles o prejuízo.

E não vai parar por aí. Você pode ter a certeza que ainda serão utilizados muitos outros termos buscando as comparações, que didaticamente facilitarão o aprendizado.

Didaticamente não vejo nenhum problema, até porque se for para beneficiar o aprendizado, será muito bem vindo.

Abraços.

2 de outubro de 2012

A EMPRESA DOS SONHOS

Provavelmente você se imaginou um dia trabalhando na empresa dos sonhos. Seria então uma empresa que vende ou fabrica sonhos? 

Obviamente que não me refiro a nenhuma das situações.


Quantos jovens antes mesmo de concluir sua formação já se imaginam simplesmente trabalhando, tendo sua própria mesa, uma cadeira confortável, uma boa equipe, e acima de tudo podendo colocar em prática toda teoria aprendida na faculdade.

Muitos jovens após se formarem conseguem iniciar sua carreira profissional. Começam como trainee na maioria das vezes, e aos poucos vão construindo sua história. Infelizmente nem todos tem a mesma sorte, e por muitos anos ficam esperando uma oportunidade.

Situação como esta é muito comum, afinal, faculdades, universidade e cursos técnicos “despejam” milhares de jovens no mercado de trabalho a cada ano. É certo que o mercado não irá absorver a todos de uma única vez, e esse ciclo é infindável.

O conceito de empresa dos sonhos é muito relativo. Uma empresa pode ser boa para muitos, porém para a maioria é péssima. E quais são os indicadores para chegar a uma definição como essa?

Na realidade não há indicadores quando o conceito da empresa está entre ser boa ou não. Isso sim é muito relativo, porém, essas informações circulam livremente brotando da experiência de cada funcionário vivida nesta empresa.

A sua trajetória significa muito, principalmente, qual será sua avaliação no início, durante e no final de sua carreira. Se tudo correu bem e o funcionário não se sentiu prejudicado em algum momento, muito provável que sua opinião leve ao entendimento de que a empresa é boa para se trabalhar. Caso contrário, indiscutivelmente, não será nada favorável à empresa.

Essa situação é uma via de mão dupla, pois a empresa também avalia seus funcionários, é óbvio. Seus comportamentos e atitudes vão definir o conceito de bom funcionário ou não, e de empresa para empresa poderá mudar.

Entre conceitos positivos ou não as pessoas vão construindo suas carreiras e quase sempre não serão construídas na empresa dos sonhos. É muito difícil definir a empresa dos sonhos. Podemos é claro pensar em uma boa empresa para se trabalhar, e existem muitas.

Frases como:  “o funcionário faz a empresa”, “se a empresa é boa, o funcionário também é”, entre outras, que são usadas na tentativa de um desabafo quando nada deu certo na carreira, são tentativas de minimizar o sofrimento.

Muita magoa é carregada quando o funcionário não teve suas expectativas atendidas em determinada empresa. Pessoa física se magoa, pessoa jurídica não.

Portanto, trabalhar em uma boa empresa é um sonho. Não fique sonhando com a “empresa dos sonhos”, pois o tempo vai passar e você corre o risco de nunca encontrá-la.

Grande abraço.