LIDERANÇA LIBERAL

Este é um tipo de liderança onde as pessoas começam com atividades mais intensas no início dos trabalhos pela liberdade que tem, porém, com o passar do tempo, sem a necessidade de prestar contas, o grupo tende a oferecer baixa produtividade.

Embora os liderados ou subordinados possam estar bem-intencionados, a falta do líder tende a gerar muitas discussões pela ausência de direção.

Neste tipo, entende-se que os colaboradores já são maduros o suficiente, não necessitando de um acompanhamento constante. O gestor se ausenta com frequência, não fornecendo tantas orientações nem feedbacks a equipe. 

Ele acredita que deixar o grupo a vontade, estimula a autonomia de seus membros. No entanto, a ausência do líder faz com que o grupo fique com poucas referências da qualidade do trabalho, e isso pode gerar queda no desempenho dos liderados.

Como o passar do tempo, as tarefas acontecem ao acaso, variando muito e perdendo-se muito tempo com discussões mais voltadas para motivos pessoais do que relacionadas com o trabalho em si.

Esse estilo tende a desenvolver um certo individualismo entre os membros e pouco respeito pelo líder.


Este estilo pode ser perigoso.

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LIDERANÇA AUTORITÁRIA

Existem diversos tipos de liderança, ou podemos até dizer que são diversas formas de atuação que um sujeito pode usar.

Naturalmente somos inclinados a um ou outro tipo, por exemplo: autoritário.

Este é um tipo de liderança que está presente em muitas pessoas que desempenham o papel de líder, porém, é muito questionado devido a forma “agressiva” que o autoritário desempenha, principalmente frente sua equipe.

Este tipo de líder tem o hábito de mandar em tudo, tomando decisões com base no que acha que é certo independente da opinião dos outros. Ele também é conhecido como chefe. Começou a ficar mais fácil entender esse tipo, não é?

Ao mesmo tempo que os que o cercam também o temam, difícil ele conseguir o respeito dos outros sendo mal falado por todos devido a esse perfil.

Nas empresas mais modernas e que valorizam o ser humano, esse tipo de líder está acabando, ele está em desuso, pois não atende as necessidades dos seus liderados.

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CONSERTAR OU TROCAR?

Cheguei a este tema depois de analisar algumas experiências que são frequentes no mundo do trabalho, simples por sinal.

Como um grande fã e estudioso do tema liderança, resolvi fazer este questionamento elaborando essa simples pergunta: consertar ou trocar?

Quando você precisa, por exemplo, resolver um problema em sua casa, claro que você deve tomar uma decisão, seja individual ou coletiva, com a esposa ou marido etc.
Se for uma torneira que está com problemas, é muito simples, ou você conserta ou a substitui, ou ainda, contrata alguém para fazer isso.

Mas, para que você tome uma ou outra ação das que citei acima, você precisa de algo, como talento, capacitação, e ainda, saber como fazer, ou seja, perícia. Muito simples, não é?
E na empresa, como que você está se agindo?

De repente você se vê fazendo a gestão de uma equipe, e por algum motivo tem um funcionário bem qualificado que está causando problemas. Eu lhe pergunto: consertar ou trocar?

Posso afirmar que para o gestor é muitas vezes mais fácil trocar ou pedir para que alguém faça isso. Para a empresa certamente não é tão bom ou fácil, pois quando perde um funcionário bem qualificado, há certas dificuldades e custos envolvidos neste processo.

Voltando a torneira, para consertá-la você precisará então ter as habilidades que citei acima, como talento, capacitação e perícia. E quando faltam essas habilidades, você troca ou contrata alguém para fazer isso.

Essas habilidades não caem do céu. Se você é um gestor já deveria possuí-las, ou a empresa fez uma promoção errada, ou uma contratação errada, prejudicando muitas pessoas com isso, inclusive você.

Esse é o mundo do trabalho, anos após anos, seguem as contratações erradas, promoções erradas, apostas erradas, atitudes erradas, comportamentos errados, e no final fica por isso mesmo.


E o setor de RH continua fazendo de contas que não percebeu tudo isso.